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AGEPPEN-BRASIL na luta com a UPB pelos direitos dos policiais

A Associação dos Policiais Penais do Brasil (AGEPPEN-BRASIL), COBRAPOL, FENAPEF, FENAPRF, ADPF entre outras entidades não menos importantes compõem a UPB-União dos Policiais do Brasil Os profissionais da segurança pública do País, por meio da União dos Policiais do Brasil (UPB) consideram a aprovação da PEC Emergencial em 1º e 2º turnos pelo Senado Federal (votação iniciada ontem e concluída hoje a tarde 4/3), como um grave desserviço à Nação brasileira, porque fundamentalmente ela [a PEC 186 já encaminhada à Câmara dos Deputados] traz graves prejuízos ao serviço público, em especial aos da segurança pública a nível nacional.

Entidades que congregam a UPB reuniram-se na manhã de hoje (4/3) no Sindicato dos Policiais Federais do Distrito Federal (SINDIPOL-DF) e tiraram estratégias de mobilização em razão do que denominaram de "descaso do governo federal com os servidores do País", diz parte do início da nota pública assinada por entidades nacionais de defesa das prerrogativas dos profissionais da segurança pública, em especial dos policiais em geral, exceto os militares. A União dos Policiais do Brasil (UPB) declarou em Nota Pública expedida no final da tarde desta quinta-feira (4/3) que "A emergência em que vive o País é a da necessidade por vacinas e o auxílio aos mais necessitados e não a demonização do serviço público por meio do congelamento de direitos e de estrutura que poderá chegar a 15 anos, afetando diretamente a população mais necessitada desses serviços, indo na contramão de um atendimento de qualidade e eficiência à sociedade."

Acrescentando que "a atuação dos servidores públicos é essencial ao povo brasileiro, e está presente em todos os cantos do País, onde a iniciativa privada não pode ou não tem o interesse de chegar, levando, entre outros serviços, saúde, educação e segurança a toda população." O presidente da Confederação Brasileira de Trabalhadores Policiais Civis (COBRAPOL), André Luiz Gutierrez, que faz parte da coordenação da UPB, observou a dificuldade de articulação com os parlamentares em razão da crise santiária da COVID-19, que impede no momento o contato físico no Congresso Nacional, mas informou que a "decisão levará a Cobrapol e demais representações dos servidores públicos a intensificar ainda mais o trabalho agora na Câmara dos Deputados, onde pretendemos reverter a situação por uma questão de justiça e dignidade para todos nós trabalhadores" declarou o dirigente nacional dos Policiais Civis.

A Associação dos Policiais Penais do Brasil (AGEPPEN-BRASIL) realizou Videoconferência na noite desta quinta-feira (4/3), sob a coordenação do seu presidente, Jacinto Teles com a participação dos seus membros dirigentes e o convidado Sr. Ricardo (Chefe de Gabinete do Deputado Federal, Carlos Nicoletti) que fez uma exposição objetiva acerca da possível Proposta de Emenda Constitucional que tem por objetivo instituir o Regime Jurídico Policial no âmbito da Segurança Pública. Mais cedo na sede do Sindicato dos Policiais Federais (SINDPOL-DF) em Brasília, a UPB reuniu-se com a presença da maioria de suas entidades para discutir a proposta do deputado Nicoletti (PSL-RR), a AGEPPEN-BRASIL esteve representada pelo seu diretor, o ex-presidente Leandro Allan.

Entretanto, a proposta ainda não está em tramitação no Congresso Nacional, motivo pelo qual o JTNEWS não a disponibilizará nesta edição, mas a divulgará oportunamente. Fonte:https://www.jtnews.com.br/noticias/forcas-de-seguranca-publica-em-estado-de-alerta-e-permanente-mobilizacao-em-razao-de-violacao-aos-seus-direitos-9547.html#.YEGbaeSWl-o.whatsapp



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